SOLIDARIEDADE À LUTA DOS  TRABALHADORES NA CEMIG

SOLIDARIEDADE À LUTA DOS TRABALHADORES NA CEMIG

18 de dezembro de 2023 0 Por Comunicação Sindágua-MG

SINDÁGUA apoia mobilização da categoria contra a intransigência da gestão zemista na estatal de energia elétrica

O SINDÁGUA expressa sua solidariedade e apoio à luta dos trabalhadores da Cemig contra a intransigência e prepotência da gestão zemista da empresa nas negociações com a categoria, dificultando a construção do Acordo Coletivo de Trabalho 2023/2024. A direção da Cemig pressiona os trabalhadores, com a retirada de direitos, como o corte do tíquete alimentação e do 13° salário, além de tortura psicológica e transformação do “ambiente do trabalho em lugar perigoso, doentio e cruel”, conforme denúncia do Sindieletro. Além de cortar o direito à alimentação dos trabalhadores, a direção da empresa insiste em retirar o direito ao plano de saúde.
Já foram realizadas nove rodadas de negociação, mas o impasse continua, o que obrigou os trabalhadores a fazer uma greve de cinco dias, em novembro, além de paralizações de 24 horas, diante das contrapropostas da empresa, consideradas “tenebrosas”, e em defesa da manutenção dos direitos sociais e econômicos, como tíquete-alimentação/refeição e representação sindical, pontos da pauta de reivindicação dos trabalhadores na negociação do ACT.
A estratégia da Cemig, de acordo com o Sindieletro, é pressionar a categoria a aceitar condições desfavoráveis, criando um ambiente de incerteza e tensão entre os trabalhadores, tentando desmobilizá-los na luta por um acordo justo. A pauta de reivindicação foi apresentada em agosto, mas a direção da empresa enrolou a categoria, e a primeira reunião de negociação só foi realizada no início de outubro.
O presidente do SINDÁGUA, Eduardo Pereira, ressalta que a luta na Cemig por um acordo digno, melhores condições de trabalho e contra a tentativa de retirada de direitos fortalece a unidade e mobilização da classe trabalhadora. “A destruição de conquistas históricas da classe trabalhadora é inaceitável, ainda mais quando se trata do direito à alimentação. São medidas que só demonstram o desrespeito e desprezo do governo Zema e de seus ‘gestores’ com os trabalhadores.”