Os meios de comunicação de massa repercutiram intensamente a forçada mudança de rumo do governo Zema/Simões, atolado em denúncias de irregularidades, atropelamento e tratoragem para privatizar a Copasa de qualquer jeito, sem transparência e com burlas sobre cobranças do TCE-MG e da própria CVM, que acusou a empresa de não estar sendo transparente.
As denúncias gravíssimas do SINDÁGUA no TCE-MG, a ação no STF, no Tribunal de Justiça de Minas Gerais e nos meios de comunicação demonstram uma tentativa agressiva de favorecimento de interessados em tomar a Copasa das mãos do governo, colocando condições no processo de privatização que alijam eventuais concorrentes no mercado.
Nas notícias em sites, a suspeita é de que existe algo muito mais grave do que “fatos supervenientes”, que, para nós, são claramente irregularidades gravíssimas que acompanham todos os passos, desde a tramitação na Assembleia Legislativa, onde deputados mostraram seu total descompromisso com os direitos e necessidades do povo em relação ao serviço essencial de saneamento.
REPERCUSSÃO NA IMPRENSA
No período de 27 a 28 de maio de 2026, a Copasa registrou 104 menções. O sentimento foi majoritariamente negativo: 72 menções negativas (69,2%), 29 neutras (27,9%) e apenas 3 positivas (2,9%).
As principais fontes foram Valor Econômico, financenews.com.br, CNN Brasil, Times Brasil | CNBC e Visno Invest, todas com predomínio de cobertura negativa.
O volume concentrou-se no dia 27 (92 menções), com forte impacto de notícias sobre a privatização recheada de riscos jurídicos por irregularidades cometidas pelo governo e pela empresa. As narrativas negativas dominaram o período, centradas no impasse da privatização.
O TCE-MG intimou a Copasa a esclarecer alterações no cronograma de oferta de ações (Rádio Itatiaia, O Tempo). As propostas dos interessados ficaram abaixo do preço mínimo, travando o processo de privatização. As ações da empresa caíram 4,3% com o adiamento da escolha do sócio.
A cobertura reflete desconfiança do mercado e dos órgãos de controle quanto à governança e viabilidade do processo de desestatização, exigindo comunicação mais transparente da companhia.
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