Edição Sindagua MG

Privatização é assalto ao patrimônio público

Audiência pública solicitada pela deputada Lohanna (PV) e outros parlamentares do Bloco Democracia e Luta debate a relevância dos serviços essenciais da Copasa e Cemig para os mineiros Serviços essenciais e estratégicos não são mercadoria, devem continuar como responsabilidade do Estado e a privatização das estatais é um assalto ao patrimônio público. Estes foram alguns…

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BMX CONTINUA ABUSANDO DE IRREGULARIDADES CONTRA TRABALHADORES COM A CONIVÊNCIA DA COPASA

A situação de abuso contra trabalhadores já foi denunciada antes, mas a empreiteira BMX que presta serviços terceirizados para a Copasa em Paracatu continua descumprindo compromissos com os trabalhadores. O SINDÁGUA voltou a ser procurado por trabalhadores, com denúncias de atraso de pagamentos, ultrapassando em mais de 15 dias o prazo legal de cinco dias…

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AUDIÊNCIAS PÚBLICAS ABREM O DEBATE SOBRE A PROPOSTA DE VENDER RESPONSABILIDADES DO ESTADO

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou nesta sexta-feira, 15 de setembro, a primeira de muitas audiências públicas que devem ser realizadas na instituição e nos poderes legislativos em todo o Estado, para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do governador Romeu Zema, que pretende alterar artigo da Constituição de Minas Gerais…

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SINDÁGUA E COPASA REÚNEM-SE PARA PROGRAMAR NEGOCIAÇÕES DO ACORDO COLETIVO DE TRABALHO 2023

Diretores do SINDÁGUA e representantes da Copasa participaram de uma reunião preliminar na tarde desta quarta-feira, 13, tratando de uma agenda para iniciarmos as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho 2023. De comum acordo, buscando a melhor forma de entendimento, nas perspectivas dos trabalhadores, para garantir direitos, atualizar valores salariais e de cláusulas sócio-econômicas, agendamos…

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FIM DO DIRETOR DOS PARTICIPANTES É MORDAÇA E FALTA DE TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO DA LIBERTAS

Em um tempo que os “portais de transparência” são instrumentos democráticos contra quaisquer iniciativas de fraudes e de corrupção, para não premiar a impunidade, e que nos mobilizamos contra as tentativas de amordaçar a sociedade, “executivos” colocados na Fundação Libertas por Romeu Zema seguem a cartilha para impedir que os trabalhadores tenham seu representante eleito…

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