FIM DO DIRETOR DOS PARTICIPANTES É MORDAÇA E FALTA DE TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO DA LIBERTAS

FIM DO DIRETOR DOS PARTICIPANTES É MORDAÇA E FALTA DE TRANSPARÊNCIA NA GESTÃO DA LIBERTAS

14 de setembro de 2023 0 Por Edição Sindagua MG

Em um tempo que os “portais de transparência” são instrumentos democráticos contra quaisquer iniciativas de fraudes e de corrupção, para não premiar a impunidade, e que nos mobilizamos contra as tentativas de amordaçar a sociedade, “executivos” colocados na Fundação Libertas por Romeu Zema seguem a cartilha para impedir que os trabalhadores tenham seu representante eleito para a direção da entidade, que administra um patrimônio valiosíssimo construído em uma vida inteira de trabalho e de contribuições.

O novo Estatuto da Libertas aplica um golpe contra o direito dos participantes conquistado em anos de lutas, para extinguir nosso diretor representante eleito, de forma a facilitar uma gestão onde não saibamos eventuais riscos à nossa aposentadoria complementar e aos fundos constituídos nos planos da Fundação.

O diretor eleito pelos trabalhadores é a garantia da prestação de contas sobre os interesses dos participantes, uma salvaguarda contra iniciativas de aprofundamento do sucateamento da Fundação, como vem acontecendo, demitindo funcionários que davam todo o suporte e orientação nos processos de aposentadoria e de posicionamento nos vários planos, diminuído estruturas, eliminando o contato pessoal e presencial pela frieza dos encaminhamentos virtuais, dificultosos para tanta gente ainda não vivendo nas teias eletrônicas.

Repudiamos a medida de nos calar e da mordaça que impigem aos participantes de todas as patrocinadoras e participamos do movimento de resistência e de denúncia da prática zemista de investir na falta de transparência.

Convidamos todos os trabalhadores a se manifestarem se concordam ou não com esta mordaça e respondam à pesquisa de opinião através dos canais abaixo:

E-mail relacionamento@fundacaolibertas.com.br

WhatsApp (31) 3181-1337