MATEUS SIMÕES CONFESSA QUE DINHEIRO DA COPASA SERÁ TORRADO EM ASFALTO ELEITOREIRO
O herdeiro político de Zema deixa claro: o patrimônio do povo mineiro vai alimentar o “caixa 2” de sua própria campanha.
A denúncia atinge também a Assembleia Legislativa (ALMG). Eduardo critica duramente a inércia dos deputados que se omitem de sua função fiscalizadora.
“Vender uma empresa de saneamento de excelência em troca de promessa de asfalto eleitoral não é gestão, é crime de responsabilidade”, afirma o dirigente.
O cenário é de uma tragédia anunciada: uma estatal essencial para a saúde pública está sendo esquartejada para alimentar o projeto de poder de quem pretende continuar “desgovernando” Minas Gerais. É urgente que o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) barrem esse escândalo antes que o patrimônio dos mineiros vire poeira — ou asfalto de péssima qualidade — em ano eleitoral.
O presidente licenciado do SINDÁGUA, Eduardo Pereira, reitera o que vem denunciando há meses: a privatização da Copasa é um “cheque em branco” para a politicagem. Eduardo ironiza o fato de Simões “peregrinar pelo estado prometendo obras com um recurso inexistente, atropelando inclusive a legislação vigente”.
• Ilegalidade Escancarada: O artigo 8º da lei que autoriza a privatização é taxativo: o recurso deve ser obrigatoriamente destinado ao pagamento da dívida do Estado com a União.
• Desvio de Foco: A venda nada tem a ver com o Regime de Recuperação Fiscal (PROPAG) ou com a melhoria da água e do esgoto; trata-se de uma liquidação de ativos para financiar asfalto de véspera de eleição.

CONIVÊNCIA E OMISSÃO
A denúncia atinge também a Assembleia Legislativa (ALMG). Eduardo critica duramente a inércia dos deputados que se omitem de sua função fiscalizadora.
“Vender uma empresa de saneamento de excelência em troca de promessa de asfalto eleitoral não é gestão, é crime de responsabilidade”, afirma o dirigente.
O cenário é de uma tragédia anunciada: uma estatal essencial para a saúde pública está sendo esquartejada para alimentar o projeto de poder de quem pretende continuar “desgovernando” Minas Gerais. É urgente que o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG) barrem esse escândalo antes que o patrimônio dos mineiros vire poeira — ou asfalto de péssima qualidade — em ano eleitoral.
